They say brothers are supposed to be best friends
I used to believe in what they always said
The hardest thing I could ever do is to let you go
But no matter how much I care, you just don't seem to understand
You and I
We keep the same blood in our veins
The same parents and the same life
I never wanted you to be like me
But I deeply wished you could see how much I love you
Remember when we were good friends
Childhood memories just can't be erased
Remember when you knew you could count on me
'Cause I still don't know why you disappeared
And I don't know where I have lost you
Could you please tell me where did I go wrong?
I wish you all the best
I really hope you learn how to really love
I hope you know someone someday
Who can make unconditional love rise from your heart
Then maybe you will finally understand
That unconditional love keeps alive forever
No matter if the one you love doesn't give you any reason to do
And I want you to remember
That anytime you need a helping hand
Anytime you need someone to count on
I'll be here to help you, 'cause we are brothers
And I will still love you
Even if your heart stays cold as it is now
sábado, 9 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
Hot Tunes
Mais uma coletânea exclusiva Heyner Mercado Productions ;)
Para baixar o CD, clique aqui
01. TE VOY A ESPERAR/ Juan Magan feat. Belinda 3'35
02. TE HE ECHADO DE MENOS/ Pablo Alborán 3'34
03. INCONDICIONAL/ Prince Royce 3'27
04. SI TE DIGO LA VERDAD/ Gocho 2'59
05. ALGO ME GUSTA DE TI/ Wisin & Yandel 4'34
06. AIRE SOY/ Miguel Bose & Ximena Saviñana 4'00
07. I SAW YOU AGAIN/ Alain Clark 3'36
08. IF ONLY/ Dave Matthews Band 5'30
09. ELLA NO VOLVERA/ Dr. Bellido 3'29
10. ACTUA/ J. Alvarez 3'30
11. PASARELA/ Daddy Yankee 3'14
12. TURN UP THE LOVE/ Far East Movement feat. Cover Drive 3'16
13. CONTIGO EN LA DISTANCIA/ Nana Caymmi 3'28
14. DON'T LEAVE WITHOUT GOODBYE/ Don Bonecchi 3'58
15. HAND ON MY HEART/ Dan Wilson 4'20
Fonogramas originais: Universal Music (1, 4, 5, 8 e 12); EMI Music (2, 11 e 13); Warner Music (3, 6, 7 e 10); Blanco y Negro Music (9); Independente (14); Sony Music Entertainment (15).
Projeto, seleção de repertório e masterização: Heyner Mercado
Para baixar o CD, clique aqui
01. TE VOY A ESPERAR/ Juan Magan feat. Belinda 3'35
02. TE HE ECHADO DE MENOS/ Pablo Alborán 3'34
03. INCONDICIONAL/ Prince Royce 3'27
04. SI TE DIGO LA VERDAD/ Gocho 2'59
05. ALGO ME GUSTA DE TI/ Wisin & Yandel 4'34
06. AIRE SOY/ Miguel Bose & Ximena Saviñana 4'00
07. I SAW YOU AGAIN/ Alain Clark 3'36
08. IF ONLY/ Dave Matthews Band 5'30
09. ELLA NO VOLVERA/ Dr. Bellido 3'29
10. ACTUA/ J. Alvarez 3'30
11. PASARELA/ Daddy Yankee 3'14
12. TURN UP THE LOVE/ Far East Movement feat. Cover Drive 3'16
13. CONTIGO EN LA DISTANCIA/ Nana Caymmi 3'28
14. DON'T LEAVE WITHOUT GOODBYE/ Don Bonecchi 3'58
15. HAND ON MY HEART/ Dan Wilson 4'20
Fonogramas originais: Universal Music (1, 4, 5, 8 e 12); EMI Music (2, 11 e 13); Warner Music (3, 6, 7 e 10); Blanco y Negro Music (9); Independente (14); Sony Music Entertainment (15).
Projeto, seleção de repertório e masterização: Heyner Mercado
quinta-feira, 21 de junho de 2012
A Próxima Vítima - Internacional: Comentando a Trilha #1
Bem, pessoal: estou apresentando hoje, 21/06/2012, uma nova "seção" de meu blog: a "Comentando a Trilha", onde seleciono trilhas sonoras para comentar. Deixo claro que expresso minha opinião sobre elas, portanto não são verdades absolutas. A trilha sonora de hoje é A Próxima Vítima - Internacional.
Já vou deixando claro: não disponibilizarei para download as trilhas nessa seção. Talvez algumas terminem por ir para download futuramente, mas de forma avulsa em outros posts. Sem mais delongas, vamos aos comentários:
Lançada em julho de 1995, A Próxima Vítima/ Internacional, além de ser na minha opinião uma trilha sonora muito boa e bem selecionada, é um resumo bem competente da febre eurodance dos anos 90, que ainda tinha força em 1995. Só perderia força a partir da segunda metade de 1996, até morrer por completo - e prematuramente - em 1998, quando foi "substituída" pelo estilo house.
Logo na faixa 1, já temos Inner Circle, banda de reggae que na época já contabilizava mais de 20 anos de estrada, mas que vinha fazendo sucesso apenas desde 1993 em terras brasileiras. Black Roses é uma balada interessante, não tem nada de típico no reggae e por ser incomum, caiu bem na abertura da trilha;
A faixa seguinte foi talvez o sucesso mais notável da banda Firehouse no Brasil, sendo a única faixa eternizada de fato por aqui. I Live my Life For You (erroneamente grafada como I Live my Life For Love, malditos estagiários...) é de fato uma bela balada, com um potencial enorme, porém tem algo de "farofeira" em si;
Na terceira faixa, La Bouche nos brinda com sua então recentíssima Be my Lover. Não tem como não remeter diretamente às delícias da eurodance noventista. Essa faixa é puro eurodance de qualidade. Quem viveu essa época como eu sabe o quanto marcou;
Jim Croce faleceu em 1973, dias antes do lançamento de I Got a Name e seu álbum homônimo, aos 30 anos, num desastre aéreo. Devido a isso, I Got a Name tornou-se seu maior sucesso, seguido de I'll Have to Say I Love You in a Song, presente em "Cara & Coroa". Mas como se explica essa inclusão das duas faixas em trilhas sonoras de 1995? É simples: a pequena e iniciante gravadora Paradise comprou os direitos de Jim e relançou seu álbum de maior sucesso em 1995. Inclusive foi uma gravadora de vida curta, tendo seu fechamento no ano seguinte. De qualquer forma, I Got a Name é uma belíssima faixa que vale a pena ser conferida (e esteve inclusive no comercial do disco da novela);
Flava to da Bone era e permaneceu como banda desconhecida aqui no Brasil. Entretanto, a regravação de More Than a Woman, original dos Bee Gees é absolutamente deliciosa e tocou bastante na novela, embora não me lembre de a ter ouvido muito nas rádios. Recomendo fortemente;
Já na faixa 6 temos uma regravação muito fofinha e curta de Bizarre Love Triangle (original da banda New Order), pelo grupo Frente! (com exclamação no nome, mas na trilha não consta);
Annie Lennox nos brinda com a lindíssima No More "I Love Yous" na faixa 7, emplacando competentemente seu segundo álbum solo após sua saída temporária dos Eurythmics;
Já na faixa 8 temos uma interessante regravação de Let's Stay Together por Bobby Ross Avila, artista de uma pequena gravadora (Kaskata's). A faixa original, vale esclarecer, é de AL GREEN, não da Tina Turner, como algumas pessoas metidas a conhecedoras andaram espalhando de forma superficial em vídeos pelo Youtube afora...
Na faixa 9 vem um Terence Trent D'Arby (que hoje mudou de nome para Sananda Maitreya) inspiradíssimo numa faixa que considero a mais impactante do disco. Impossível não vibrar com Holding on to You. Inspiração pura;
East 17 era até então desconhecido no Brasil e, pelo que li por aí (mais precisamente num post do Johan Van Händel no orkut, tempos atrás), rivalizava na Inglaterra com Take That. Não importa realmente se havia ou não tal rivalidade, importa é que Around The World é uma faixa bobinha, porém gostosa de se ouvir;
A regravação de Double You para That's The Way (original de KC & The Sunshine Band) foi o primeiro single de seu álbum que seria lançado apenas no ano seguinte, Forever. E foi um estrondoso sucesso nas rádios, principalmente na Jovem Pan. Gosto muito dessa faixa, particularmente;
O duo Scarlet teve vida curta e dois álbuns lançados, um em 1992 e o último em 1995, de onde saiu a lindíssima Independent Love Song que está presente na trilha. Li também no mesmo post do Johan citado acima que saiu nos jornais da época ainda no começo da novela, que a Warner anunciava a inclusão de Independent Love Song na trilha sonora da novela, já que a faixa vinha de um estrondoso sucesso no exterior. Sucesso merecido, diga-se de passagem: a faixa é realmente linda, minha preferida de toda a trilha sonora;
Já a faixa 13 também foi outra que tocou massivamente nas rádios, já "profetizando" que o eurodance abriria passagem para o house anos mais tarde: Tough Girl, de Martine, embora tenha a sua estrutura pautada em eurodance, tem uma boa pegada house. Muito boa, por sinal;
Para fechar com chave de ouro a trilha sonora, temos Alexis San Nicolas com a interessantíssima Fotonovela que, poucos sabem, mas se trata de uma regravação de uma faixa do final dos anos 80, cuja original guarda inúmeras semelhanças com a presente na trilha sonora, porém não tocou aqui no Brasil e foi erroneamente creditada em sua composição ao artista intérprete, o que não é verdade. Problemas legais a parte, é uma boa faixa.
E por enquanto é só, pessoal.
Já vou deixando claro: não disponibilizarei para download as trilhas nessa seção. Talvez algumas terminem por ir para download futuramente, mas de forma avulsa em outros posts. Sem mais delongas, vamos aos comentários:
Lançada em julho de 1995, A Próxima Vítima/ Internacional, além de ser na minha opinião uma trilha sonora muito boa e bem selecionada, é um resumo bem competente da febre eurodance dos anos 90, que ainda tinha força em 1995. Só perderia força a partir da segunda metade de 1996, até morrer por completo - e prematuramente - em 1998, quando foi "substituída" pelo estilo house.
Logo na faixa 1, já temos Inner Circle, banda de reggae que na época já contabilizava mais de 20 anos de estrada, mas que vinha fazendo sucesso apenas desde 1993 em terras brasileiras. Black Roses é uma balada interessante, não tem nada de típico no reggae e por ser incomum, caiu bem na abertura da trilha;
A faixa seguinte foi talvez o sucesso mais notável da banda Firehouse no Brasil, sendo a única faixa eternizada de fato por aqui. I Live my Life For You (erroneamente grafada como I Live my Life For Love, malditos estagiários...) é de fato uma bela balada, com um potencial enorme, porém tem algo de "farofeira" em si;
Na terceira faixa, La Bouche nos brinda com sua então recentíssima Be my Lover. Não tem como não remeter diretamente às delícias da eurodance noventista. Essa faixa é puro eurodance de qualidade. Quem viveu essa época como eu sabe o quanto marcou;
Jim Croce faleceu em 1973, dias antes do lançamento de I Got a Name e seu álbum homônimo, aos 30 anos, num desastre aéreo. Devido a isso, I Got a Name tornou-se seu maior sucesso, seguido de I'll Have to Say I Love You in a Song, presente em "Cara & Coroa". Mas como se explica essa inclusão das duas faixas em trilhas sonoras de 1995? É simples: a pequena e iniciante gravadora Paradise comprou os direitos de Jim e relançou seu álbum de maior sucesso em 1995. Inclusive foi uma gravadora de vida curta, tendo seu fechamento no ano seguinte. De qualquer forma, I Got a Name é uma belíssima faixa que vale a pena ser conferida (e esteve inclusive no comercial do disco da novela);
Flava to da Bone era e permaneceu como banda desconhecida aqui no Brasil. Entretanto, a regravação de More Than a Woman, original dos Bee Gees é absolutamente deliciosa e tocou bastante na novela, embora não me lembre de a ter ouvido muito nas rádios. Recomendo fortemente;
Já na faixa 6 temos uma regravação muito fofinha e curta de Bizarre Love Triangle (original da banda New Order), pelo grupo Frente! (com exclamação no nome, mas na trilha não consta);
Annie Lennox nos brinda com a lindíssima No More "I Love Yous" na faixa 7, emplacando competentemente seu segundo álbum solo após sua saída temporária dos Eurythmics;
Já na faixa 8 temos uma interessante regravação de Let's Stay Together por Bobby Ross Avila, artista de uma pequena gravadora (Kaskata's). A faixa original, vale esclarecer, é de AL GREEN, não da Tina Turner, como algumas pessoas metidas a conhecedoras andaram espalhando de forma superficial em vídeos pelo Youtube afora...
Na faixa 9 vem um Terence Trent D'Arby (que hoje mudou de nome para Sananda Maitreya) inspiradíssimo numa faixa que considero a mais impactante do disco. Impossível não vibrar com Holding on to You. Inspiração pura;
East 17 era até então desconhecido no Brasil e, pelo que li por aí (mais precisamente num post do Johan Van Händel no orkut, tempos atrás), rivalizava na Inglaterra com Take That. Não importa realmente se havia ou não tal rivalidade, importa é que Around The World é uma faixa bobinha, porém gostosa de se ouvir;
A regravação de Double You para That's The Way (original de KC & The Sunshine Band) foi o primeiro single de seu álbum que seria lançado apenas no ano seguinte, Forever. E foi um estrondoso sucesso nas rádios, principalmente na Jovem Pan. Gosto muito dessa faixa, particularmente;
O duo Scarlet teve vida curta e dois álbuns lançados, um em 1992 e o último em 1995, de onde saiu a lindíssima Independent Love Song que está presente na trilha. Li também no mesmo post do Johan citado acima que saiu nos jornais da época ainda no começo da novela, que a Warner anunciava a inclusão de Independent Love Song na trilha sonora da novela, já que a faixa vinha de um estrondoso sucesso no exterior. Sucesso merecido, diga-se de passagem: a faixa é realmente linda, minha preferida de toda a trilha sonora;
Já a faixa 13 também foi outra que tocou massivamente nas rádios, já "profetizando" que o eurodance abriria passagem para o house anos mais tarde: Tough Girl, de Martine, embora tenha a sua estrutura pautada em eurodance, tem uma boa pegada house. Muito boa, por sinal;
Para fechar com chave de ouro a trilha sonora, temos Alexis San Nicolas com a interessantíssima Fotonovela que, poucos sabem, mas se trata de uma regravação de uma faixa do final dos anos 80, cuja original guarda inúmeras semelhanças com a presente na trilha sonora, porém não tocou aqui no Brasil e foi erroneamente creditada em sua composição ao artista intérprete, o que não é verdade. Problemas legais a parte, é uma boa faixa.
E por enquanto é só, pessoal.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
não! as coisas não são o que parecem ser... mas, sinceramente, eu até desconfiava por observador eu ser. Mas que se DANE! Quem se importa? Ninguém se importa, só eu.
E já passou o sopro da ilusão, já tá tudo onde deveria estar. E eu tou aqui, aprendendo a me respeitar, aprendendo a refazer os meus próprios padrões para que eu sobreviva nesse mundo.
E já passou o sopro da ilusão, já tá tudo onde deveria estar. E eu tou aqui, aprendendo a me respeitar, aprendendo a refazer os meus próprios padrões para que eu sobreviva nesse mundo.
terça-feira, 27 de outubro de 2009
não quero títulos
não quero definições
não quero julgamentos
muito menos condenações
apenas a certeza de que tudo está tranquilo...
e eu tenho isso
aprendendo a cada dia a ser feliz
não é uma tarefa fácil
mas tendo alguém ao meu lado que me faz entender o que realmente é o amor...
que posso mais querer?
I'm in paradise.
não quero definições
não quero julgamentos
muito menos condenações
apenas a certeza de que tudo está tranquilo...
e eu tenho isso
aprendendo a cada dia a ser feliz
não é uma tarefa fácil
mas tendo alguém ao meu lado que me faz entender o que realmente é o amor...
que posso mais querer?
I'm in paradise.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
[como seriam os teus 40 anos?]
Será que estarias radiante ou assustada com a idade da loba?
Estaria feliz por me ver a perstigiar o teu aniversário?
Existiria ainda o nosso grupo de teatro?
Essas perguntas não cabem, bem como não cabe falar sobre o que poderia ter sido.
Mas tu ainda estás comigo, eternamente no meu coração.
Coração este que jamais foi capaz, nem por um segundo, de deixar de te amar infinita e incondicionalmente.
Nesse ano que anuncia o final de alguns ciclos, farias 40 anos. Queria poder te abraçar pelo teu aniversário tal como fiz no teu último aniversário em vida física, em 2005, quando fizeste 36 anos.
Não posso evitar, NÃO IMPORTA O QUE PENSEM DE MIM, não importa como me julguem.. Tu sempre vais ser a minha mãezinha do coração. A segunda mãe que o meu coração e minha alma tiveram o privilégio de conhecer e escolher.
Fica a minha eterna gratidão a ti. A como mudaste a minha vida, como me ensinaste a ter auto confiança, a alçar voos que eu até então, nos idos de minha adolescência, jamais teria pensado em alçar. Imensa e indefinível parte do que sou hoje, Luciane, devo a ti. Tudo o que espero é que de algum lugar possas sentir esse amor e esse carinho infinito que por ti eu tenho. E que saiba que eu jamais te esquecerei, não teria como esquecer de alguém que salvou a minha vida quando eu precisei exatamente disso e ninguém mais nesse mundo parecia me entender.
Te amo eternamente, a morte física é apenas uma ilusão. Te sinto por perto, há quase quatro anos, desde que partiste. Embora eu desejasse que isso não tivesse acontecido, não posso deixar de reconhecer que estás perto de mim. Eu sinto a tua presença, o teu afago, o teu amor. E sinto saudade de poder te ver com nitidez, de te abraçar com toda a dedicação que eu poderia demonstrar.
Seria hoje, 22 de outubro de 2009, o dia que estarias a completar 40 anos. E eu não lembrei de ti apenas hoje. Lembro de ti sempre, sinto que de alguma forma que não consigo bem expressar em palavras, estás por perto. Mas quando chega o 22 de outubro, sinto que fico mais recluso nos meus pensamentos. Talvez seja uma tentativa de estar mais tempo contigo, dedicado a te fazer sentir os meus sinceros votos de que, seja onde for que estiveres, sejas feliz e estejas em constante e crescente paz. Não esqueci de ti nos teus 37, 38, e 39 anos. Não esquecerei jamais. Te amo eternamente, e o espaço que ocupas no meu coração jamais será preenchido por algo que equivalia. O espaço que ficou é reservado, inatingível. Pertence somente a ti, mãezinha que me ensinou a viver.
Te amo.
Continuarei te amando.
Até depois que eu partir.
Em meu coração, para sempre estará gravado um nome, que mudou a minha vida para sempre: Luciane Sutelo.
E hoje eu chorei, por saudades que senti.
Estaria feliz por me ver a perstigiar o teu aniversário?
Existiria ainda o nosso grupo de teatro?
Essas perguntas não cabem, bem como não cabe falar sobre o que poderia ter sido.
Mas tu ainda estás comigo, eternamente no meu coração.
Coração este que jamais foi capaz, nem por um segundo, de deixar de te amar infinita e incondicionalmente.
Nesse ano que anuncia o final de alguns ciclos, farias 40 anos. Queria poder te abraçar pelo teu aniversário tal como fiz no teu último aniversário em vida física, em 2005, quando fizeste 36 anos.
Não posso evitar, NÃO IMPORTA O QUE PENSEM DE MIM, não importa como me julguem.. Tu sempre vais ser a minha mãezinha do coração. A segunda mãe que o meu coração e minha alma tiveram o privilégio de conhecer e escolher.
Fica a minha eterna gratidão a ti. A como mudaste a minha vida, como me ensinaste a ter auto confiança, a alçar voos que eu até então, nos idos de minha adolescência, jamais teria pensado em alçar. Imensa e indefinível parte do que sou hoje, Luciane, devo a ti. Tudo o que espero é que de algum lugar possas sentir esse amor e esse carinho infinito que por ti eu tenho. E que saiba que eu jamais te esquecerei, não teria como esquecer de alguém que salvou a minha vida quando eu precisei exatamente disso e ninguém mais nesse mundo parecia me entender.
Te amo eternamente, a morte física é apenas uma ilusão. Te sinto por perto, há quase quatro anos, desde que partiste. Embora eu desejasse que isso não tivesse acontecido, não posso deixar de reconhecer que estás perto de mim. Eu sinto a tua presença, o teu afago, o teu amor. E sinto saudade de poder te ver com nitidez, de te abraçar com toda a dedicação que eu poderia demonstrar.
Seria hoje, 22 de outubro de 2009, o dia que estarias a completar 40 anos. E eu não lembrei de ti apenas hoje. Lembro de ti sempre, sinto que de alguma forma que não consigo bem expressar em palavras, estás por perto. Mas quando chega o 22 de outubro, sinto que fico mais recluso nos meus pensamentos. Talvez seja uma tentativa de estar mais tempo contigo, dedicado a te fazer sentir os meus sinceros votos de que, seja onde for que estiveres, sejas feliz e estejas em constante e crescente paz. Não esqueci de ti nos teus 37, 38, e 39 anos. Não esquecerei jamais. Te amo eternamente, e o espaço que ocupas no meu coração jamais será preenchido por algo que equivalia. O espaço que ficou é reservado, inatingível. Pertence somente a ti, mãezinha que me ensinou a viver.
Te amo.
Continuarei te amando.
Até depois que eu partir.
Em meu coração, para sempre estará gravado um nome, que mudou a minha vida para sempre: Luciane Sutelo.
E hoje eu chorei, por saudades que senti.
domingo, 20 de setembro de 2009
[4 anos]
Fazem quatro anos que me acordei assustado
Ainda lembro de minha mãe falando em tom desesperado
Ainda lembro do jeito que eu fiquei chocado
Partiste cedo demais, sem todos os teus sonhos realizados...
Naquela manhã de setembro eu pela primeira vez senti uma grande dor
Talvez fosse uma forma de demonstrar dentro de mim o amor
Senti minha alma devastar, como se um elefante me pisoteasse com fervor
Partiste cedo demais, não tive tempo de mostrar o quanto te amei...
Hoje fazem quatro anos que as nossas vidas seguem sem ti
Quatro anos se completam da primeira vez que vi um corpo inerte e sem vida num caixão
Desejando de todo o meu coração que aquilo tudo não fosse real
E que o sofrimento de teus filhos pudesse acabar
Ainda lembro do estado de choque que tio Denis estava...
Pedia para não chorarmos, sorria muito
Mas sabíamos no fundo que ele estava em estado de choque...
Hoje fazem quatro anos desde o dia que eu entendi o que é sofrer de verdade
Desde então eu fui aprendendo a valorizar as pequenas coisas da vida
Me tornei mais feliz, de fato
Aprendi que saudade é uma coisa que sempre existirá
Mas o sofrimento se converte em muito amor...
E embora eu nunca tenha ousado falar nisso antes, hoje eu sinto vontade...
Te amo para sempre, tia Bia.
Ainda lembro de minha mãe falando em tom desesperado
Ainda lembro do jeito que eu fiquei chocado
Partiste cedo demais, sem todos os teus sonhos realizados...
Naquela manhã de setembro eu pela primeira vez senti uma grande dor
Talvez fosse uma forma de demonstrar dentro de mim o amor
Senti minha alma devastar, como se um elefante me pisoteasse com fervor
Partiste cedo demais, não tive tempo de mostrar o quanto te amei...
Hoje fazem quatro anos que as nossas vidas seguem sem ti
Quatro anos se completam da primeira vez que vi um corpo inerte e sem vida num caixão
Desejando de todo o meu coração que aquilo tudo não fosse real
E que o sofrimento de teus filhos pudesse acabar
Ainda lembro do estado de choque que tio Denis estava...
Pedia para não chorarmos, sorria muito
Mas sabíamos no fundo que ele estava em estado de choque...
Hoje fazem quatro anos desde o dia que eu entendi o que é sofrer de verdade
Desde então eu fui aprendendo a valorizar as pequenas coisas da vida
Me tornei mais feliz, de fato
Aprendi que saudade é uma coisa que sempre existirá
Mas o sofrimento se converte em muito amor...
E embora eu nunca tenha ousado falar nisso antes, hoje eu sinto vontade...
Te amo para sempre, tia Bia.
segunda-feira, 22 de junho de 2009
[imortal]

Saudades desse tempo. Mesmo assim, gosto de lembrar de tudo. Seria hipócrita da minha parte dizer que fui feliz. SOU FELIZ, por ter vivido tudo isso. Se às vezes, ao lembrar de tudo, me vêm lágrimas, estejam certos: não é de tristeza... é de felicidade e saudade. De um tempo inesquecível, que mudou a minha vida para sempre. Devo grande parte do que hoje eu sou ao que vivi em 2005... Saudades eternas, sem dúvidas!
E o amor eterno que guardo pela eternamente saudosa Luciane.
domingo, 20 de julho de 2008
Ausência & Presença
Tua ausência me preenche
De saudades, de esperança de te rever
Tua ausência toma conta de mim
Quando não me deixa esquecer de ti
Nem por um segundo, nem por um instante
Tua ausência me preenche
Por saber que cedo ou tarde, irei te ver novamente
Tua presença me transborda
Me inunda de paz, me completa com tranqüilidade
Tua presença me arrebata
Quando percebo como que num milagre
Todo o bem que és capaz de me fazer
Simplesmente por estar perto de mim
Por saber que cedo ou tarde, o tempo há de revelar
Tudo o que significas para mim
E tudo o que significo para ti
Não estará jamais perdido no tempo
Pois, não importa o que aconteça
Me devolveste a esperança
Me devolveste a pessoa que um dia eu fui
E que agora tenho voltado a ser
Sei que não estou mais sozinho
Sinto que não estamos mais sozinhos
E já não me importa saber
O que será daqui em diante
Contanto que façamos parte da vida um do outro
Agora e para sempre
Lhe agradeço por resgatar o que existe de melhor em mim
De saudades, de esperança de te rever
Tua ausência toma conta de mim
Quando não me deixa esquecer de ti
Nem por um segundo, nem por um instante
Tua ausência me preenche
Por saber que cedo ou tarde, irei te ver novamente
Tua presença me transborda
Me inunda de paz, me completa com tranqüilidade
Tua presença me arrebata
Quando percebo como que num milagre
Todo o bem que és capaz de me fazer
Simplesmente por estar perto de mim
Por saber que cedo ou tarde, o tempo há de revelar
Tudo o que significas para mim
E tudo o que significo para ti
Não estará jamais perdido no tempo
Pois, não importa o que aconteça
Me devolveste a esperança
Me devolveste a pessoa que um dia eu fui
E que agora tenho voltado a ser
Sei que não estou mais sozinho
Sinto que não estamos mais sozinhos
E já não me importa saber
O que será daqui em diante
Contanto que façamos parte da vida um do outro
Agora e para sempre
Lhe agradeço por resgatar o que existe de melhor em mim
sábado, 17 de maio de 2008
Eu bem que avisei: Os paradoxos me perseguem.
Falta de aviso não foi. Pelo menos deixei vocês cientes disso... Os paradoxos me perseguem de tal forma que eu já nem consigo contar nos dedos. Tamanha perseguição talvez nem explicação tenha, no entanto é um fato, mais que recorrente, diário, quase de hora em hora. Se eu me preocupo com isso? Deveria. Ou não. No final das contas, acho melhor nem me preocupar - preocupação não solucionaria nada mesmo... - então eu simplesmente me permito ser uma contradição. Mas quem não o é?
Sabem aqueles bichinhos de luz, que rodeiam as lâmpadas nos dias quentes de verão? Pois é, é mais ou menos dessa forma que os paradoxos vêm ao meu encontro: Desordenados, sem visão, atraídos por um calor e movidos por um instinto. Interessante isso, até... Mas vocês devem estar a se perguntar: "O que raios isso tem a ver com os bichinhos da luz que ele falou antes?". Lhes respondo: Esses bichinhos da luz são uma das espécies de cupins. Sim, cupins. E cupins são cegos, nascem cegos, passam uma efêmera vida inteira (que contradição) sem enxergar nada, pois não possuem olhos. São movidos exclusivamente pelo tato. APENAS pelo tato, hiperseisível neles, que os move em direção ao calor. Mas isso também os confere um comportamento suicida, pois se eles tocarem nas lâmpadas de calor flamejante, eles cáem mortos. Inertes. Pútrefos. Sem nenhuma vida... se é que pode se considerar vida o que eles, os cupins, tiveram antes. Ou estaria sendo eu vaidosamente humano, com toda a minha pretensão de achar que sei de tudo e no final das contas apenas justificar teorias para a minha própria ignorância? Nem sei.
Mas é um fato que constatei: As contradições que nos perseguem são assim, como os cupins que rodeiam as lâmpadas até morrer: Chegam rapidamente, seguido de vários outros ao redor, te tentando, te atordoando, meio que a te confundir. Então, depois do fato consumado de alguns paradoxos terem sido lançados ao vento e aos ouvidos que possam estar à tua volta atentos, eles se vão, deixando no ar dúvidas, questionamentos vãos, que logo são soterrados por um assunto mais interessante do que discutir sobre o que a condição humana nos implica: O dom de se contradizer.
Sabem aqueles bichinhos de luz, que rodeiam as lâmpadas nos dias quentes de verão? Pois é, é mais ou menos dessa forma que os paradoxos vêm ao meu encontro: Desordenados, sem visão, atraídos por um calor e movidos por um instinto. Interessante isso, até... Mas vocês devem estar a se perguntar: "O que raios isso tem a ver com os bichinhos da luz que ele falou antes?". Lhes respondo: Esses bichinhos da luz são uma das espécies de cupins. Sim, cupins. E cupins são cegos, nascem cegos, passam uma efêmera vida inteira (que contradição) sem enxergar nada, pois não possuem olhos. São movidos exclusivamente pelo tato. APENAS pelo tato, hiperseisível neles, que os move em direção ao calor. Mas isso também os confere um comportamento suicida, pois se eles tocarem nas lâmpadas de calor flamejante, eles cáem mortos. Inertes. Pútrefos. Sem nenhuma vida... se é que pode se considerar vida o que eles, os cupins, tiveram antes. Ou estaria sendo eu vaidosamente humano, com toda a minha pretensão de achar que sei de tudo e no final das contas apenas justificar teorias para a minha própria ignorância? Nem sei.
Mas é um fato que constatei: As contradições que nos perseguem são assim, como os cupins que rodeiam as lâmpadas até morrer: Chegam rapidamente, seguido de vários outros ao redor, te tentando, te atordoando, meio que a te confundir. Então, depois do fato consumado de alguns paradoxos terem sido lançados ao vento e aos ouvidos que possam estar à tua volta atentos, eles se vão, deixando no ar dúvidas, questionamentos vãos, que logo são soterrados por um assunto mais interessante do que discutir sobre o que a condição humana nos implica: O dom de se contradizer.
quinta-feira, 27 de março de 2008
De algum lugar.
Há uma voz...
uma voz que sopra aos meus ouvidos palavras de aflição... de pressa.
Acho que existe um certo desespero nelas....
e então me vi perdido, sem rumo, no meio do caminho...
abreviado.
cheio de vontades... cheio de coisas a fazer
e agora encontro-me em contato comigo mesmo, o que sempre evitei.
gostava de olhar para os outros e procurar algum sentido que fechasse com o meu ideal de perfeição... doce engano o meu, perfeição nunca existiu...
estou preso no meio do caminho, parado, querendo me movimentar, querendo achar sentido nessa nova experiência, que ao mesmo tempo desconhecida, me parece tão familiar...
afinal, onde estou???
por que ninguém me vê???
tou cansado disso...
grito, esperneio, e o mundo permanece indiferente...
por que???
o que falta fazer agora???
Mandar sinais de fogo para então me comunicar???
espero não ter de chegar a tanto...
cheio de dúvidas, angustiado, devo dizer, antes que eu me esqueça e volte a girar o meu corpo procurando de alguma forma sair daqui...
sei lá...
isso tudo é estranho, diferente, o tempo não faz mais sentido, já não sei que dia é hoje, ou finjo não saber.
finjo não saber que a crueldade está em tudo, e que a bondade e os bons estão há muito tempo intimidados por aqueles que tanto falam e dizem propagar o bem, mas só nos entopem de cultura inútil, e de "regras de conduta" inacreditáveis, nada mais...
Agora vejo, agora percebo...
é preciso estar "invisível" para fazer constataçãos um tanto óbvias...
as pessoas são solitárias, e propagam solidão conforme andam por aí...
se juntam em grupos, dão risadas idiotas e comentam assuntos vazios juntas, mas são sozinhas, não entendem o que é de fato ser feliz, o que é estar em paz...
se tenho pena delas???
NÃO
nem um pouco, pra ser mais exato...
tenho pena do que elas não podem ver e entender, isso sim faria toda a diferença...
vida, estranha vida...
e eu vivo aqui, em meu canto, à minha maneira, ou à maneira de outros mais, mas sou eu mesmo, e gosto disso
sou "invisível", e isso já não mais me importa, pois agora eu me vejo
( e gosto do que vejo. )
uma voz que sopra aos meus ouvidos palavras de aflição... de pressa.
Acho que existe um certo desespero nelas....
e então me vi perdido, sem rumo, no meio do caminho...
abreviado.
cheio de vontades... cheio de coisas a fazer
e agora encontro-me em contato comigo mesmo, o que sempre evitei.
gostava de olhar para os outros e procurar algum sentido que fechasse com o meu ideal de perfeição... doce engano o meu, perfeição nunca existiu...
estou preso no meio do caminho, parado, querendo me movimentar, querendo achar sentido nessa nova experiência, que ao mesmo tempo desconhecida, me parece tão familiar...
afinal, onde estou???
por que ninguém me vê???
tou cansado disso...
grito, esperneio, e o mundo permanece indiferente...
por que???
o que falta fazer agora???
Mandar sinais de fogo para então me comunicar???
espero não ter de chegar a tanto...
cheio de dúvidas, angustiado, devo dizer, antes que eu me esqueça e volte a girar o meu corpo procurando de alguma forma sair daqui...
sei lá...
isso tudo é estranho, diferente, o tempo não faz mais sentido, já não sei que dia é hoje, ou finjo não saber.
finjo não saber que a crueldade está em tudo, e que a bondade e os bons estão há muito tempo intimidados por aqueles que tanto falam e dizem propagar o bem, mas só nos entopem de cultura inútil, e de "regras de conduta" inacreditáveis, nada mais...
Agora vejo, agora percebo...
é preciso estar "invisível" para fazer constataçãos um tanto óbvias...
as pessoas são solitárias, e propagam solidão conforme andam por aí...
se juntam em grupos, dão risadas idiotas e comentam assuntos vazios juntas, mas são sozinhas, não entendem o que é de fato ser feliz, o que é estar em paz...
se tenho pena delas???
NÃO
nem um pouco, pra ser mais exato...
tenho pena do que elas não podem ver e entender, isso sim faria toda a diferença...
vida, estranha vida...
e eu vivo aqui, em meu canto, à minha maneira, ou à maneira de outros mais, mas sou eu mesmo, e gosto disso
sou "invisível", e isso já não mais me importa, pois agora eu me vejo
( e gosto do que vejo. )
Relembrar é (re) viver.
Não quero entender, quero apenas filosofar, mas estou cansado dos clichês, de ver as pesoas repetindo os mesmos erros e prometendo nunca mais cometê-los... e logo os cometem outra vez..
Estou cansado, muito cansado do complexo de superioridade que tem assolado algumas pessoas, cansado da forma como por elas eu sou julgado, e confesso, isso me entristece... como pode alguém que nem me conhece julgar-me das formas mais vis e egoístas possíveis simplesmente por que precisa se sentir superior à algo ou alguém?? Lamento ter de dizer, mas todos são iguais, e isso me alivia...
Estou cansado por que vejo o quanto repetitivos somos, e nem nos damos conta disso... julgamo-nos inteligentes, mas não sabemos conviver com as outras pessoas, não sabemos ser civilizados com quem nos contraria... isso me cansa, me revolta, me causa uma infinidade de sentimentos e eu tenho vontade de sair correndo, fugir desse mundo louco, quem sabe ir para a lua...
não quero entender os outros, já me é difícil entender a mim mesmo... tudo o que eu quero e preciso é paz. Nada mais.
é... percebo, cada vez mais que entender não é tão necessário assim...
Por que a constante busca de conhecimentos práticos e inofensivos em relação a vida, pelo menos para mim, nunca cessa, e isso inclui, claro, a busca pela felicidade, o empenho em dar um sentido maior à vida além de estar respirando, comendo, gastando e andando... por que buscar algo que nos apeteça mais é algo que todo mundo faz, cada um à sua maneira, cada um com os seus recursos... mas uma coisa é unanimidade: queremos felicidade. Por que? Imagina só se a vida fosse só tristeza, tragédias e coisas parecidas??? É preferível nem imaginar... e muitos de nós tentamos desesperadamente ser diferentes, e nem sempre percebemos o quão clichê isso é, pois ao final de tudo a constatação que chega é que somos todos iguais, e que fugir dos clichês é só uma forma de se aproximar mais ainda deles. A vida é um clichê, mas não precisa ser um fardo, e é aí que está o diferencial: tudo depende do modo de quem vê!!! ^^
Estou cansado, muito cansado do complexo de superioridade que tem assolado algumas pessoas, cansado da forma como por elas eu sou julgado, e confesso, isso me entristece... como pode alguém que nem me conhece julgar-me das formas mais vis e egoístas possíveis simplesmente por que precisa se sentir superior à algo ou alguém?? Lamento ter de dizer, mas todos são iguais, e isso me alivia...
Estou cansado por que vejo o quanto repetitivos somos, e nem nos damos conta disso... julgamo-nos inteligentes, mas não sabemos conviver com as outras pessoas, não sabemos ser civilizados com quem nos contraria... isso me cansa, me revolta, me causa uma infinidade de sentimentos e eu tenho vontade de sair correndo, fugir desse mundo louco, quem sabe ir para a lua...
não quero entender os outros, já me é difícil entender a mim mesmo... tudo o que eu quero e preciso é paz. Nada mais.
é... percebo, cada vez mais que entender não é tão necessário assim...
Por que a constante busca de conhecimentos práticos e inofensivos em relação a vida, pelo menos para mim, nunca cessa, e isso inclui, claro, a busca pela felicidade, o empenho em dar um sentido maior à vida além de estar respirando, comendo, gastando e andando... por que buscar algo que nos apeteça mais é algo que todo mundo faz, cada um à sua maneira, cada um com os seus recursos... mas uma coisa é unanimidade: queremos felicidade. Por que? Imagina só se a vida fosse só tristeza, tragédias e coisas parecidas??? É preferível nem imaginar... e muitos de nós tentamos desesperadamente ser diferentes, e nem sempre percebemos o quão clichê isso é, pois ao final de tudo a constatação que chega é que somos todos iguais, e que fugir dos clichês é só uma forma de se aproximar mais ainda deles. A vida é um clichê, mas não precisa ser um fardo, e é aí que está o diferencial: tudo depende do modo de quem vê!!! ^^
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