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sábado, 19 de setembro de 2026

Deus, os Outros e eu - Double H (2026)

    Meu sétimo álbum (e segundo lançado fora do streaming, já que os lançamentos passaram a ser exclusivos da Saladificador) acaba de vir ao mundo. Deliberadamente, desloco o eu lírico para fora de mim. As faixas "As Roupas São Minhas", "Não Há Nada a Pagar", "Canção de Amor" e "A Queda de Uma Não-Heroína" trazem dois eus líricos distintos, onde exercito minha perspectiva sob o ponto de vista dessas duas pessoas. As faixas 1 e 10, início e fechamento do disco, amarram as pontas da proposta temática dele: primeiro Deus, depois as pessoas, e só então eu. Ambas se referenciam na obra de Caetano Veloso, em seu álbum "Estrangeiro", de 1989. As restantes, "Toda Tempestade", "Aqui", "Pela Eternidade" e "Mansidão Não É Omissão" progressivamente deslocam o meu eu lírico e resgatam a centralidade em Deus. De tudo o que escrevi até aqui, talvez aqui esteja o trabalho que mais me satisfaça, sem me deixar a sensação de que algo ficou faltando. Bora ouvir?

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sábado, 15 de agosto de 2026

Double H - O Caminho do Meio (2026)

    Madrugadas em "surtos criativos" me conduziram a realizar meu sexto álbum autoral, que resolvi chamar de "Caminho do Meio". Tudo está aqui: passado, presente, perspectivas de futuro e tudo o que fui, sou e ainda serei. Bora ouvir?

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sábado, 4 de abril de 2026

Double H - Cinco

     O lançamento de hoje é nada menos que meu quinto álbum autoral, chamado simplesmente de Cinco. E não é que sou eu o autor de tudo, mesmo? Se no trabalho anterior eu fiz uma crítica velada a textos criados por IA, aqui eu suspendo a crítica e volto às minhas origens, aliando 4 novas composições a poemas que escrevi de 2013 a 2020. Bora ouvir?

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